sexta-feira, dezembro 26, 2008

terça-feira, dezembro 23, 2008



Boa casa em Alvalade. Foram perto de 30mil os sportinguistas que assistiram a uma 1ª parte desinteressante e uma 2ª completamente alucinante! Onde está a garra utilizada na 2ª parte na disputa da bola, nas jogadas construídas, nos espaços e desequilíbrios criados? Talvez jogando assim durante os 90m o resultado fosse outro. Mesmo assim uma palavra para o guardião académico, teve de certeza o jogo da vida dele! Esperemos que continue o nível exibicional e não tenha sido apenas um jogo…
A BRIGADA fez um tifo de grande efeito visual para acabar o ano em beleza, pena que dentro de campo o resultado não tenha acompanhado o apoio das bancadas.

terça-feira, dezembro 16, 2008

VEM APOIAR O SPORTING!!!

NÃO FALTES AO ÚLTIMO JOGO DO ANO!!!
O TEU APOIO É FUNDAMENTAL!!!

sábado, dezembro 06, 2008

Estrela 1 – 3 SPORTING

A garra e a atitude dos primeiros estiveram bem presente no jogo de ontem, desta maneira os golos aparecem facilmente. Apesar de um susto inicial, os jogadores dentro de campo souberam unir esforços e dar a volta ao resultado.
Na curva o ambiente esteve ESPETACULAR, os cânticos, as palmas, bandeiras e tambores não pararam os 90m, sempre em constante apoio ao SPORTING. Enquanto não temos os jogos depois de almoço ao domingo, os horários de jogos são uma verdadeira e constante barreira ao renascer do pobre futebol português. Tendo maior visibilidade o que se passa fora das 4 linhas e tribunais.
Dia de jogo, hora e preço dos bilhetes são factores que influenciam directamente quem vai ver um jogo de futebol ao vivo (não é no café da esquina), parece que para os lados do SPORTING começam a aperceber-se desta realidade, ainda que motivada por aspectos financeiros, fraca adesão às gamebox 08/09. Vamos ver o que nos reserva o futuro.
De seguida Champions, mais uma aventura por terras helvéticas para terminar em beleza a fase de grupos.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

SPORTING 2 - Guimarães 0



Noite fria em Alvalade. Jogo quente. Com a mudança de atitude os resultados tornam-se mais fáceis de construir. Dois golos madrugadores permitiram uma boa gestão do resultado por parte dos jogadores leoninos. A 2ª parte do Barcelona serviu de mote para o futebol praticado durante os 90m, mesmo sem bola nunca perderam o controle do jogo, desta vez foi Mr Hyde que jogou, esperemos que Dr . Jekyll fique bem longe desta equipa.
A BRIGADA esteve bastante activa durante todo o jogo com cânticos e bandeiras no ar, Nota positiva para o apoio de todo o público mesmo antes do 1º golo. Nota negativa para os juízes que “não viram” um penalty e uma terceira bola na baliza do Guimarães.

6ª não faltes à invasão à Reboleira.

SPORTING 2 - Barcelona 5

Noite única em Alvalade. Já com o apuramento garantido para os 1/8 de final da Champions o jogo seria para decidir o 1º lugar. Este seria o jogo com que muitos jogadores sonham, sem a pressão de pontuar, o jogo pelo jogo seria o grande atractivo e logo contra um Barcelona que está a jogar muito bem. A dúvida nos 35mil sportinguistas que presenciaram ao vivo o jogo seria que Sporting subiria ao relvado. Um Sporting aguerrido e que disputa qualquer lance como se fosse o primeiro tipo Mr Hyde, ou aquele que já se manifestou esta época, despersonalizado e amorfo ao género de Dr. Jekyll. Infelizmente na 1ª parte foi o pobre tímido Dr. Jekyll que tentou sem sucesso jogar à bola. Ao invés na 2ª parte, Mr Hyde veio ao de cima e reduz a diferença para 2-3. O jogo estava lançado, ainda para mais com três substituições blaugranas já a pensar na próxima partida. Mas como no filme a personalidade muda, e o Dr. Jekyll fez das suas e num corte aparentemente fácil, onde se exigia um charuto, nasce um estúpido auto-golo. Com um penalty duvidoso as esperanças verde e brancas desfizeram-se num instante.
A BRIGADA tifou neste jogo europeu jogando com estandartes verdes e pretos dando um efeito espectacular na bancada. De referir as picardias entre a bancada norte e a falange de apoio ao Barcelona. Se o esforço de gritar para “picar” os adversário for dirigido no apoio ao Sporting certamente que o próximo jogo será magnifico, porque como já se sentiu em Alvalade nesta e noutras épocas, com todo o estádio a cantar as vitórias ficam mais fáceis.

quinta-feira, novembro 27, 2008

"Sr. Luís Ribeiro (Visão)":.

O título do post é uma frase que ficou à porta. Pelos vistos, quem escreve nas revistas tem liberdade de expressão para dar e vender, mas quem se movimenta nos estádios está sujeito à censura.
Depois de tudo o que foi dito na última semana, nem vale a pena adiantar mais comentários. A imagem fala por si.

terça-feira, novembro 25, 2008

domingo, novembro 23, 2008

DIREITO DE RESPOSTA


Visto este ser um espaço onde se pratica o direito de resposta, passa a transcrever-se a resposta do Sr. Luis Ribeiro ao email enviado referente ao artigo de opinião "O triunfo dos porcos":

"X",

Por favor, leia o artigo com mais cuidado. E, sobretudo, leia-o racionalmente. Analisar o que quer que seja apenas com as emoções enevoa a razão.

Antes de mais, não se sinta insultado por aquilo que escrevi apenas porque pertence a uma claque. Eu próprio já pertenci a uma. Aliás, essa é uma das razões por que tenho a convicção de ter escrito o que escrevi com conhecimento de causa. As outras razões são profissionais: já fiz várias reportagens no meio de claques de futebol.

Não quero perder tempo com os insultos que me dirige. Percebo que foram escritos a quente.

Mas vamos aos factos: até a polícia decidir levar a sério os ataques selváticos nas estações de serviço que ficavam no caminho das claques até aos estádios, e passar a enviar autênticos batalhões de agentes para acompanhar os autocarros, os roubos e vandalismos nas bombas eram indescritíveis. Dê-se ao trabalho de falar com os funcionários das estações da A1, por exemplo, quando por lá passar. De certeza que lhe vão contar histórias interessantes.

Nunca digo que a maioria trafica drogas. Ou que a maioria anda a brincar ao Clube de Combate. Ou que a maioria é ralé, escumalha ou o cancro do futebol. Não me baseei em estereótipos, baseei-me nas dezenas de notícias que li sobre crimes e vandalismos associados a claques. Baseei-me no que vejo quando vou a um estádio de futebol.

O início do texto, onde estão os tais insultos gratuitos, dizem respeito a um livro de um dos nossos maiores escritores, o Mário de Carvalho. É uma cena epicamente descrita, que funciona aqui como arranque do meu artigo. Isso está muito explícito: o que ali está é como Mário de Carvalho descreve uma claque. A minha descrição, que se segue a esta, diz o seguinte: «O Ambiente tenso à chegada das claques, os insultos metralhados pela massa ululante, as ameaças a quem tem um cachecol de outra cor, o omnipresente sentimento de insegurança que leva os pais a agarrar as mãos dos filhos com mais força e a interrogar-se sobre se terá sido boa ideia levá-los à selva.» Com honestidade, consegue desmentir-me que isto não acontece permanentemente? Conheço muitos pais que deixaram de levar os filhos ao futebol por causa disto, sabe… Mais à frente, digo que estes grupos estão «conotados» com uma educação rasteira, racismo, violência, etc. Não digo que têm uma educação rasteira, que todos são racistas ou violentos.

Caro "X": é verdade que eu comparo os assaltos a estações de serviço por parte de grandes grupos de claques com a cobardia das hienas. É verdade que explico os episódios de violência com «macaco vê, macaco faz». Não generalizo. Pelo contrário, alerto contra as generalizações. Apenas chamo cobarde a quem comete crimes daquela maneira, abrigado pelo facto de estar no meio de uma multidão. Não às claques como um todo. Não se sinta atingido por algo que não lhe estava dirigido. Mas não negue a realidade.

Só mais uma coisa: aconselho-o a ler o livro «Diário de um Skin», escrito pelo jornalista espanhol António Salas, que esteve infiltrado durante um ano em grupos neonazis espanhóis. Os ultras de que fala tantas vezes são descritos pelo jornalista como locais privilegiados para disseminar propaganda e angariar novos membros para a «causa». Durante os últimos anos, nunca viu parafernália nazi a ser agitada nas bancadas?

Lamento que tenha interpretado o texto da forma que o fez. Não era minha intenção insultar quem vai ao estádio apoiar a sua equipa. É isso mesmo que eu faço – apoiar a minha equipa – quando vou ao futebol. Era isso que fazia quando pertencia a uma claque. E não pensei em mim quando usei as palavras que usei. Nem em si. Pensei nos que vão aos estádios não para fazer isso, mas para fazer outras coisas. Para quem o futebol não é um fim, é um meio.

Com os melhores cumprimentos,

Luís Ribeiro"


Não vou enviar mais e-mails a este senhor. A minha posição está bem explícita no email que enviei e pela resposta dada parece-me ter sido bem(?) interpretada. Ressalvo, contudo, os seguintes factos:

1- Não insultei ninguém. Limitei-me a responder ao mesmo nível de um artigo foi escrito numa das revistas com maior tiragem nacional.


2- Já tive diversas conversas com funcionários de estações de serviço da A1, da A3, da A4, da A8 e de outras A's. Estas conversas tiveram lugar enquanto assinava o livro de reclamações do mesmo estabelecimento, evocando o tratamento discriminatório de que era vítima, devido ao facto de as lojas das bombas de gasolina encerrarem aquando da passagem de claques, não me permitindo comprar alimentos, água ou tabaco.


3- As palavras do ínicio do texto não são do autor do artigo, mas são transcritas por ele, servindo de mote a outras tantas da sua autoria, sendo que o tom que perpassa todo o artigo é claramente reprovador para com os grupos organizados de adeptos, tendo uma intenção clara de denegrir ainda mais a sua imagem. Não nos iludamos com análises semânticas e gramaticais. A intenção com que é escrito é bem clara: exterminar as claques!

Por aqui me fico.

"X"

sexta-feira, novembro 21, 2008

AQUI NÃO HÁ PORCOS!

Na sequência do brilhante artigo publicado na Visão da semana de 20 de Novembro, passa a publicar-se a seguinte carta, que foi enviada ao Sr. jornalista.


Exmo. Sr. Luís Ribeiro,

O meu nome é “X” e faço parte de uma claque de futebol.
Antes de mais considere uma honra poder ler estas palavras. Não pelo facto de serem escritas por um ser "animalesco" como eu, cito "besta quadrada, com o QI de uma galinha e a subtileza de uma ratazana faminta", mas sim porque os insultos gratuitos que escreveu no seu artigo de opinião nem merecem resposta. Contudo, e tendo em conta os acontecimentos da última semana e, a catadupa de asneiras e chorrilhos de mentiras que tenho lido na comunicação social, vou-me dar ao trabalho de lhe responder.
Ora, estava eu a preparar-me para mais um serão, sento-me no sofá, pego na Visão e deparo-me com o seu artigo. O título é apelativo: O Triunfo dos Porcos.
O seu artigo, Sr. Luís Ribeiro, é ridículo, deselegante e pobre em conteúdo! O retrato que faz da maioria dos grupos organizados em Portugal e sobretudo dos seus membros, não podia estar mais desajustado da realidade. Percebo que para alguém pouco informado sobre este assunto seja fácil cair na generalização idiota, mas de um jornalista, com uma educação muito acima de "rasteira", esperava mais do que argumentos estéreis. Pelo menos esperava que se incomodasse em basear a sua opinião em FACTOS e não em estereótipos pré-concebidos, que consigo ouvir à borla na mesa de qualquer café, sem ter de desembolsar 2,80eur pela revista.
Ao contrário do que afirma as claques não são hordas de vândalos que seguem a máxima "macaco vê, macaco faz". Não somos todos delinquentes. Não somos todos provenientes de bairros sociais e, mesmo que fossemos, isso não seria sinónimo de falta de civismo. Não, a GRANDE MAIORIA não se dedica ao tráfico de drogas, armas ou outro tipo de mercadoria ilícita. Não, o objectivo de vida de 95% dos ultras nacionais não é andar a brincar ao "Clube de Combate"!
Enoja-me ver a facilidade com que se crucificam as claques. É chocante a falta de inteligência de quem fala sobre estes assuntos e quantidade de imbecilidades e mentiras que se lêem nos pasquins deste país. Nem tão pouco as televisões acertam nas imagens da claque em questão! Se é claque merece o extermínio!
No meio dos disparates que escreveu, ressalvo a citação do antropólogo Daniel Seabra: "sobressai um discurso que generaliza, trata todos por igual e sobrevaloriza o que de pior têm as claques". Aqui você esteve bem: deixou que alguém que sabe falasse por si. Excelente!
Vamos, então, à outra metade dos factos. Sim, pontualmente existe violência associada ao futebol, em que estão envolvidos grupos organizados de adeptos e, sim, nas claques existem pessoas que praticam actividades ilícitas. Mas não é esta a sociedade que temos? Porque haveriam as claques de estar imunes a estes fenómenos que perpassam a sociedade actual? Existem políticos corruptos, polícias corruptos, gestores corruptos, médicos corruptos e também ultras corruptos. E que fique bem claro que todos eles devem responder perante a justiça. Mas daí a tomar o todo pela parte, quando esta última é claramente uma minoria, é algo que me revolta e insulta, de forma surda e cobarde.
Não se passa um dia em que não trabalhe em prol do meu grupo, nem uma hora em que não pense numa forma mais eficiente de apoiar o meu clube. Actualmente não tenho muita disponibilidade para me deslocar a outras estádios, mas marco presença assídua em Alvalade, seja qual for a hora do jogo ou o dia da semana, faça chuva ou sol. Tenho as cotas em dia, pagas por mim, todos os meses do ano e a dobrar em Dezembro. Pago as minhas deslocações a Alvalade e fora também, quando tenho possibilidade de ir. Nunca recebi um tostão do meu clube. Não quero. O facto de funcionarmos como grupo permite reduzir as despesas individuais. Nunca me envolvi em qualquer tipo de confronto violento com ninguém. Não me identifico com esse tipo de acções. Para mim, ser ultra é apoiar.
Este é o meu retrato. Como eu, conheço às centenas: jornalistas (colegas seus! quem diria que tem colegas "porcos"), médicos, informáticos, vendedores, lojistas, enfermeiros, advogados, etc... cada um com a sua profissão, mas com a mesma paixão pelo seu clube.
Não somos ralé, escumalha, nem o cancro do futebol!
Da próxima vez que se referir a Orwell, não se fique pelo título e leia mais algumas páginas. É que "todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros".

Cordialmente,

"X"

quarta-feira, novembro 12, 2008

NAO FIQUES EM CASA!

NOVO CACHECOL!


Sócios: 6eur /Não sócios: 10eur

(Podes adquiri-lo nos dias de jogo junto do grupo ou por correio, após pagamento por transferência bancária, devendo neste caso pedir detalhes para brigadasporting@portugalmail.pt)